sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Embarcação "Deus me livre"

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Fui ao Jardim Celeste...Celeste, fui ao jardim!

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Chegou Novembro com os seus fantásticos frutos.

- November arrived with their fantastic fruits.

domingo, 1 de Novembro de 2009

Suddenly reality has a hole. A huge man with clown costume appeared and start licking the hole has if it was a lolly pop.

Repentinamente a realidade tinha um buraco. Um calmeirão vestido de palhaço apareceu e logo começou a lamber o buraco como se fôsse um chupa-chupa.

sábado, 31 de Outubro de 2009

Não resvales.

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Lluis Llach, compositor, poeta, músico e cantor Catalão

Lluis Llach tem uma canção que fala de uma galinha: "... La gallina ha dit que no, visca la revolució ! " Como eu gosto de ouvir o Lluis Llach a cantar as suas belas canções.

domingo, 25 de Outubro de 2009

Viandante /Wanderer

sábado, 24 de Outubro de 2009

O artista ingénuo

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

O alvo - La cible

O artista é o arqueiro o arco a flecha e o alvo.

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

José Saramago, Caim, a Bíblia, Prisciliano e o Galo de Barcelos.

1-José Saramago merecerá sempre o meu respeito pela coragem intelectual e posso mesmo dizer, pela coragem física, que tem demonstrado. Zanguei-me com "Todos os nomes", e nada mais li dele impresso em forma de livro. O anátema não foi válido para as suas declarações e crónicas. Mas agora extingui-lo-ei e vou comprar o "Caim", pois é a forma de sair e estar ao seu lado ombro a ombro. Não li a Bíblia toda como não li Saramago todo. De Uma e de Outro livros há que me aborreceram. A narrativa ou as palavras perturbaram a minha leitura e desisti. Talvez o meu empenho não usasse da disponibilidade suficiente mas sim do preconceito bastante que impediu levar por diante a jornada. A Bíblia é um Livro de Livros. Livros foram seleccionados enquanto outros foram retirados mais pela conveniência humana do que pela inspiração Divina. A leitura literal da Bíblia foi feita durante séculos até hoje. Essa forma de ler tem inspirado os fundamentalismos mais radicais. O entendimento estrito, mais imediato e acessível a qualquer um, foi paradoxalmente proibido por esses fundamentalismos directamente quando não permitiram nem permitem a contextualização, nem a interpretação, nem a adequação cultural e temporal. Também indirectamente o entendimento era negado quando a leitura e a celebração utilizava uma língua morta ou desconhecida da audiência como até há pouco foi o Latim ou as línguas dos colonizadores. É deste entendimento estrito que julgo Saramago estar a falar. Se lermos Deus como uma entidade externa a nós próprios, então Saramago tem toda a razão Deus aparece como ser caprichoso sempre pronto a castigar. Se Deus for lido como algo que somos no Universo, no Todo a que pertencemos, Saramago tem razão também, a Bíblia é um livro para a nossa interrogação interior, para o nosso achamento e deve ser guardado em casa longe do alcance até que seja apresentado às crianças com a parcimónia e o acompanhamento que se usa para os contos infantis mais aterradores. 2- A permeabilidade que os primeiros cristãos até ao séc.IV tiveram relativamente a influências filosóficas orientais foi duramente reprimida e culminou com a decapitação de Prisciliano o primeiro mártir cristão a ser executado como herege e após confissão obtida através de tortura. Foi o primeiro supliciado por mãos laicas a mando da Igreja a primeira vítima do que mais tarde foi chamada Inquisiçao e que hoje se chama Congregação para a Doutrina da Fé. Prisciliano não era um crente qualquer, era Bispo de Ávila. A sua atitude, o que dizia e o que escrevia ameaçavam o poder da Igreja. A igualdade entre homens e mulheres, o acesso das mulheres ás leituras da Bíblia a par dos homens, o direito á auto-interpretação dos textos bíblicos e á leitura não literal, a eleição de leigos á categoria de doutores, o ascetismo exigente que obrigava os sacerdotes ao celibato, ao voto de pobreza e ao jejum dominical, a maior exigência para os sacerdotes em oposição à maior benevolência para os leigos etc. etc. etc. Eram demais e ainda hoje são demais. A implantação do Priscilianismo no Noroeste Ibérico mantém-se até hoje. Como não conseguiram acabar com a romaria ao túmulo do Santo Mártir Herege Prisciliano, no séc.IX construíram uma imponente catedral no local e mudaram o nome do santo para São Tiago. Santiago de Compostela. Não se aperceberam porém que Prisciliano que advogava a itinerância o caminhar descalço dos sacerdotes sabia que quem faz uma peregrinação acaba por se encontrar consigo próprio que é o mesmo que dizer com Deus. 3- Hoje sugerem até que Saramago deixe de ser português. Assim fez um Senhor Deputado ao Parlamento Europeu eleito nas listas do PSD. Como se a renúncia de Saramago à sua Nacionalidade o tornásse alheio aos portugueses. Era como se fôsse possível que o Galo de Barcelos deixásse de ser português. O Galo de Barcelos um símbolo Priscilianista (teoria minha) metáfora da Hospitalidade e do dever de Justiça perante o forasteiro, é um património de todos os portugueses e de todos os que comunguem com esses valores em todo o Mundo. O Galo de Barcelos tal como Saramago é património português e da humanidade

Era jovem, estava particularmente interessado na pintura de Sandro Botticelli-I was young and I had a keen interest in Sandro Botticelli's painting.

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Tile on a box-Azulejo numa caixa

Os títeres-Puppet show

domingo, 18 de Outubro de 2009

Vögelmann-Homempássaro

sábado, 17 de Outubro de 2009

No tempo em que eu desenhava papoilas.

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Linhamarela

Para a Vanda Sim Sim para a Vanda.

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

A história do chupa-chupa.

A história da cobra que roubava ao menino o leite do seio de sua mãe.

Ontem foram as Eleições Autarquicas, elegemos Presidentes de Câmara, e representantes para as Assembleias Municipais e Juntas de Freguesia._________________________________________________________________________ Porque carga de água me havia agora de lembrar desta velha história???.......E não é que nao me sai da ideia!?.....

Ericeira olhando para sul.

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Catarina Garcia e mais finalistas da Faculdade de Belas Artes da U. Lisboa- "Casa Gravada"-Exposição de Gravura na Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves

A Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves é uma Jóia escastrada no meio de Lisboa do início do séc.XX. Ali junto à maternidade Alfredo da Costa onde eu e meia-Lisboa nascemos, a maternidade é o edifício amarelo que se vê ao fundo. Foi casa Atelier de José Malhoa. Daí se entende a grande janela que o arquitecto Manoel Joaquim Norte Júnior traçou. António Anastácio Gonçalves foi Médico Oftalmologista e dos bons. Terá sido Médico Oftalmologista de Calouste Gulbenkian que viveu perto dali a 200m no seu hotel. Este hotel que se transformou no hotel de uma só pessoa e por isso a sua casa foi demolido. Infelizmente nós portugueses não o soubemos conservar em agradecimento. Mas isso é outra história. Anastácio Gonçalves à sua escala foi um coleccionador tão importante como Calouste Gulbenkian. A paixão pelas suas peças fossem elas pinturas portuguesas ou porcelanas do Oriente era a mesma de Gulbenkian. Talvez assim se perceba a amizade e até cumplicidade entre eles. Mas o que interessa agora é que vão ver a magnífica exposição, em que toda a casa e os seus bons fantasmas foram absorvidos e reinterpretados pelos promissores artistas. A exposição ficará até ao próximo 31 de Janeiro de 2010. Nesta exposição estão à venda os restantes exemplares de uma tiragem pequena de um "livro de artista" (artistas),que traz gravuras numeradas e assinadas pelos participantes na exposição. O livro em si é uma preciosidade como objecto. O conteúdo é bom e vale como obra de arte múltipla por si só ou destacável nas suas folhas individuais. (....Sobre este assunto aqui ao lado podem consultar o blog "Cadernos afetivos" da Artista e Mestre Márcia Regina de Sousa que sobre o assunto investiga, colecciona e produz. .....) As instituições em geral, não só os museus, bem podiam seguir o exemplo da Casa Museu Dr.Anastácio Gonçalves e da FBAUL, convidar jovens artistas, mas também os velhos artistas para desenvolverem trabalho tal como o que aqui se fez e exibe. A todos o meu agradecimento.

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Otto Roland Halbritter von Bismark has arrived.

Roland Halbritter "historian in culture and art, sometimes collARTagist" that is, someone who makes collartage;In his own words "... collARTage means a collaged, drawn, painted or mixed media work"; sent me a formal invitation to participate on his mail art call on the german politician Otto Von Bismarck....................................................................... Roland Halbriter historiador de arte e cultura, ás vezes collartagist, ou seja alguém que faz colartagens; melhor dizendo faz trabalho artístico com colagens, desenho, pintura ou técnica mista; enviou-me um convite formal para participar na convocatória de arte postal que fez para o político alemão Otto Von Bismarck. Now I've received a very nice and transparent intervention. A very accurate metaphor for the German spirit of ruled discipline: a train schedule. This paper has a stamped date that remounts to the year of 1883. That year despite violent opposition, Bismarck’s laws were passed providing for sickness, accident, and old age insurance; limiting woman and child labor; and establishing maximum working hours.No, he was not a socialist but that was the way to prevent the growing rebellion of the working class. (I think President Obama is suffering now the same opposition.) His new economic policy also resulted in the rapid expansion of German commerce and industry and the acquisition of overseas colonies and spheres of influence after the 1884/1885's Berlin Conference. At that Conference Portugal emerged as a defeated nation on it's colonial intensions of expanding the territory of Angola, connecting it to Mozambique......................................... Agora recebi uma intervenção sua muito transparente e muito engraçada sobre o tema. Uma metáfora incisiva sobre o espírito alemão de regrada disciplina: um horário de trem ou comboio. O documento tem carimbada uma data do ano de 1883, esse foi o ano em que apesar da violenta oposição, Bismarck conseguiu fazer aprovar as primeiras leis para protecção dos operários em caso de doença, acidente ou idade avançada; para regulamentação do trabalho das crianças e das mulheres; e estabelendo um limite máximo para o horário de trabalho. Não ele não era socialista mas essa foi a maneira de evitar o descontentamento crescente das classes trabalhadoras. (Penso que o Presidente Obama está a sofrer agora a mesma oposição.) A sua política fez expandir rápidamente a indústria e o comércio que com a aquisição de colónias ultramarinas após a Conferência de Berlim de 1884/1885 alargaram a esfera alemã de influência. Nesta Conferência, Portugal sai como país derrotado nas suas intenções de expansão territorial ligando Angola a Moçambique. The postcard is from the Touriseum witch is, as far as I can understand, a museum dedicated to tourism, and tourism that's perhaps another perspective of Bismarck, a Britannic cartoon call Bismarck "The irreprehensible tourist..... O postal é do Touriseum, que pelo que posso perceber é um museu temático dedicado ao turismo, e o turismo é outra prespectiva de encarar Bismarck que foi apodado como "O Turista irrepreensível" pelos caricaturistas Britânicos da época.

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Companhia de Teatro do Chiado:Fui ao Teatro e fez-me bem rir a bom rir.

Ali no Chiado no Largo do Picadeiro O teatro Estúdio Mário Viegas. Mesmo por baixo do S.Luís e ao Lado do S.Carlos. Ainda em cena as "Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos", e as "Vampiras Lésbicas de Sodoma. Rir dá anos de vida e todos precisamos de rir.

sábado, 3 de Outubro de 2009

Hoje fui ver uma exposição temporária ao Museu de Arte Antiga, "Emcompassing the Globe"

O dia estava maravilhoso e até nas fotografias fiquei particularmente bem. Depois das eleições para o Parlamento da Europa e para o Parlamento da Républica, os cartazes anunciam as eleições para as Autarquias no próximo dia 11 de Outubro. Na exposição que veio dos EUA, vieram peças de todo o mundo às quais se juntaram as do Museu de Arte Antiga e que só aqui se podem ver pois não podem sair do país. Revi imagens e objectos que me são tão familiares como se fossem meus. Vi uma aguarela de um leão pintada por Dürer. Vi Maria mãe de Jesus esculpida em marfim com o mesmo rosto de Buda. Vi uma ilustração dos Portugueses de Ormuz que comiam dentro de um tanque com água para se manterem frescos em terra tão "calmosa". Fiquei com uma admiração maior do trabalho fínissimo no requinte e na delicadeza desses artistas muitos deles anónimos. Entre os do Oriente portugueses nascidos e falecidos lá. Grandes artistas de todas as artes, e que pelo seu trabalho a todas tornaram belas, fossem eles escultores, entalhadores, gravadores, ourives, marceneiros, oleiros, ceramistas, fundidores, tecelões, pintores etc. etc. Almada velha a partir do Jardim das Janelas Verdes

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

Semana Vegetariana Mundial

De 1 a 7 de Outubro realiza-se a Semana Vegetariana Mundial (SVM), apoiada por grupos vegetarianos, pela defesa dos animais, ambientais e outros, de forma a reduzir os problemas ambientais, de saúde e outros associados com a carne, leite e outros produtos de origem animal. "Foi escolhido este período por incluir várias celebrações anuais", afirmou Mateus Mendes, organizador da SVM. "Inclui o Dia Mundial do Vegetarianismo (1 de Outubro), o Dia Mundial dos Animais de Quinta e Dia Internacional da Não-Violência (2 de Outubro) e o Dia Mundial do Animal (4 de Outubro)." O objectivo desta iniciativa é o de divulgar uma forma fácil para melhorar a saúde de todos nós e do ambiente. O vegetarianismo é uma escolha feita por cada vez mais gente devido às suas vantagens abrangentes. "Nada que os seres humanos possam fazer beneficiaria tanto o ambiente como uma redução dramática no consumo de carne. O impacto de tal mudança nos gases da atmosfera seria fenomenal, e seria um passo enorme para a redução da ameaça terrível do aquecimento global", diz o autor mundialmente famoso John Robbins, patrono da SMV deste ano. O Director da Aliança Climática Vegetariana (Veg Climate Alliance), Dr. Richard Schwartz, afirma que uma semana vegetariana é mais importante do que nunca já que " é cada vez mais evidente que o mundo está rapidamente a aproximar-se de uma catástrofe sem precedentes devido às mudanças climáticas e outras ameaças ambientais." "Um relatório de 2006, das Nações Unidas, indicou que a agro-pecuária emite mais gases de efeito de estufa (em equivalentes de CO2) do que todos os carros e meios de transporte do planeta juntos (18% contra 13,5%), afirmou Jens Holm, antigo membro do Parlamento Europeu." De acordo com o Dr. Rajendra Pachauri, líder do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, "18% é um número inferior ao valor real; é uma estimativa baixa e, na realidade, a percentagem é muito mais elevada." Segundo o Dr. Collin Campbell, professor emérito de Ciências da Nutrição da Universidade de Cornell, "novos números indicam que, pelo menos, 50% dos gases de efeitos de estufa... e talvez consideravelmente mais sejam devidos à produção de gado para abate." "Haveria muitos mais benefícios devido a uma grande mudança para uma alimentação sem produtos de origem animal", afirmou o médico António Paiva, "incluindo uma redução de doenças cardiovasculares, diversos tipos de cancro, diabetes e outras doenças crónicas e degenerativas, assim como a gripe suína e outras doenças infecciosas que, muito provavelmente, são provenientes da produção intensiva de animais para abate e da indústria da carne." Muito pode ser feito para nos envolvermos na SVM: palestras sobre o vegetarianismo, workshops, debates, exibição de filmes; encontros com políticos, líderes religiosos, educadores e outros; organizar campanhas de envio de cartas; preparar refeições vegetarianas para amigos e familiares; oferecer prendas vegetarianas ou descontos em produtos vegetarianos; ou, simplesmente distribuir folhetos. ................................. ESTE TEXTO FOIRECOLHIDO DESSE LOCAL QUE É UMA BÊNÇÃO, CHAMADO CANTINHO VEGETARIANO http://cantinhovegetariano.blogspot.com/

Fiz isto.

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Tracção

Bofes fora.

carro

domingo, 20 de Setembro de 2009

O brilho da poesia e a poesia das estrêlas.

Irene, um pilar e uma estrêla motriz. O presidente da Gebalis, Luís Natal Marques, disponível, solidário e são. A poesia das estrêlas. Estela, uma estrêla muito, muito brilhante. Américo Silva Estrêla Maior e estrelinha. "Les Stars" Christiane e Collete Brilho que perdurará, mesmo após o desaparecimento da estrêla.

sábado, 19 de Setembro de 2009

Painel de azulejos feito na Áster pelos vizinhos da Urbanização da Gebalis na Ameixoeira.

Depois de termos posto as mãos nos zulejos, estes foram ao forno a 800ºC para a tinta cozer. Depois fez-se a montagem do painel na parede. Hoje foi inaugurado ao meio-dia. Com a presença dos vizinhos que puderam deixar os seus afazeres por um tempinho. E após uma pequena introdução da Artista Plástica,Irene Ribeiro para lembrar o processo, os meninos retiraram a cobertura do Painel de Azulejos que ajudaram a fazer e que agora ilustra a entrada do edíficio que é a sua casa.

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Feira da Luz.

No Largo da Luz à volta do jardim, são montadas toldos e e tendas de feira, carroceis e barracas de farturas, barracas de artesanato e utilidades. Feiras anuais como esta que rodeavam Lisboa, têm tendência a desaparecer. A Feira da Charneca do Lumiar que antecedia a Feira da Luz e que comemorava o S. Bartolomeu já acabou. Hoje está reduzida à saída da igreja em procissão, dos andores no Domingo 24 de Agosto, ou seguinte, se 24 não for Domingo. O grande largo triangular que era o Campo das Amoreiras deixou de ser um terreiro e hoje é um espaço ajardinado, ordenado e sem rebeldia. O país rural que Portugal era até à medula da sua capital, passou a país suburbano. A intelectualidade das grandes cidades, maioritáriamente descendente de emigrantes rurais, tem vergonha da sua origem camponesa. Os pais por omissão prática e por inadequação ao meio não lhe transmitiram a sua cultura ancestral. Ficaram alguns gestos e costumes nos dias de festa maiores como o Natal ou a Páscoa. Em troca foram criadas novas maneiras de estar renunciantes e mesmo destrutivas do passado. A parcimónia do supérfluo do tempo antigo é considerada como sinal de atraso, subdesenvolvimento, e pobreza. A memória tende a confundir a austeridade do meio rural com a privação e a opressão impostas pela da Ditadura. Nos anos 50 os primeiros dinheiros enviados da cidade para a família que ficou da aldeia tinham como destino rebocar exteriormente as casas de granito e de xisto. Rebocadas exteriormente e pintadas, as casas deixavam de se poder confundir com palheiros ou currais e começavam a assemelhar-se às casas da Cidade. Hoje sabe-se que as casas sem rebôco têm índices de inércia térmica e capacidade de acumulação de calor superior ás rebocadas. Sabe-se que os quartos com paredes de tabique e forrados a madeira eram em termos de conservação de energia melhores do que os de outro tipo de material. A renovação do ar nas cozinhas pelas frestas e aberturas intencionais como as destinadas aos gatos, prevenia envenenamentos por monóxido de carbono e por radão nas regiões graníticas. A mesma falsa modernidade que em tempos desaconselhou o aleitamento materno dos recém-nascidos por troca com o leite em pó de marcas multinacionais, incentivada por alguns médicos permeáveis à assertividade dessas multinacionais, é exactamente a mesma que hoje constrói vias rápidas e auto-estradas para todo o lado desclassificando áreas protegidas do património natural e agrícola para que essas vias cheguem à porta da aldeia de origem de Senhores grados com influência política. Não se pense que este subdesenvolvimento mascarado de modernidade é característico de Portugal. Outros países o praticaram antes de nós e o praticam ainda hoje em grande escala. O nosso atraso só nos pode deixar mais culpados por não termos evitado os erros que outros cometeram e cometem. Falando em alfinetes, em Inglaterra ainda hoje é proíbido amamentar em público. Porquê não sei. Mas sei que para uma multinacional que venda leite em pó tal lei é muito conveniente. Na Itália, pelo menos na Lombardia, uma mãe não passa o seu nome de família para a filha ou filho. Porquê não sei. Mas sei que o grande pacote de presente que recebemos em 25 de Abril de 1974 torna intolerante este tipo de lei machista. Em Paris nunca vi roupa estendida nas janelas é proíbido. Porquê não sei. Mas sei que lá os edifícios têm um aquecimento central e até uma distribuição de água quente que muita tonelada de dióxido carbono produz, mesmo no Verão. Quando cá proíbirem que se estenda roupa nas janelas ficaremos a parecer tão na vanguarda da moda quanto outros, mas estaremos a desperdiçar o Sol e o perfume que a roupa que esteve a corar tem. Não nos pareceremos mais com países ditos de Terceiro Mundo como Cuba ou Venezuela. Os mesmos que agora tratam os doentes portugueses que para lá são enviados. Os mesmos que para cá enviam os médicos que têm em número para além da sua necessidade. O dinheiro não chega para tudo é certo; e não descobrimos petróleo nas Berlengas ou no Beato. Mas o preço que custou Aquele centro Cultural de Belém (200 milhões de Euros) suportaria hoje a construção de 5 faculdades de medicina e o financiamento das mesmas por seis anos (números da AECOPS-Associação das Empresas de Construção e Obras Públicas, e das verbas atribuidas para a Universidade da Beira Interior e Universidade do Algarve). Talvez não valha a pena falar sobre coisas passadas. Falar de decisões que nínguem questiona executadas por Governos recheados de génios tanto da Economia como da Finança e da Educação e da Literatura, a julgar pelos Doutoramentos de honra recebidos!? Génios que por aí continuam a andar e a ser candidatos. Insensatez a minha em querer palpitar o que é melhor para o país, quando os nossos grandes Empresários que tanta riqueza e postos de trabalho criam nas suas Super Mega Giga Jumbo Mercearias dizem querer é formação na área de caixa, reposição, armazém, e distribuição de mercadoria importada... ... ... ... ... ... ... ... ... Se soubesse não tinha ido à Feira da Luz!

terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Guarda Sol, Sombrinha - Guarda Chuva, Para-águas.

Diz a lenda que na distante e antiga China, o filho de um Grande Mandarim apaixonou-se por uma modesta camponesa. A jovem era tão inteligente e bela quanto era pobre. Naquele tempo isso era impedimento para o relacionamento dos apaixonados. O Mandarim que era um homem sábio, não querendo sofrer a revolta do seu filho por impedir o namoro ou até o casamento, decidiu propor um desafio à jovem camponesa. O desafio seria pedir algo impossível de ser feito por uma jovem de condição tão modesta na esperança que o seu filho percebêsse que a sua apaixonada não era digna do seu estatuto. Então disse-lhe: "O meu filho tem uma rara inteligência natural. Desde tenra infância tem estudado com os melhores mestres todos os ramos do conhecimento. No futuro concorrerá com os melhores para ser Mandarim e não tenho dúvida da sua qualidade para chegar ao nível que eu atingi. Para seres merecedora do meu filho e da riqueza que ele te trará, terás de lhe erguer um palácio onde quer que ele vá. Um palácio que o acompanhe na idade e o resguarde dos elementos, com janelas amplas para que ele possa olhar a terra em volta e os astros do céu. Um palácio que o defenda de quem dele se aproximar para lhe fazer mal." A jovem retirou-se em silêncio perante o sorriso incontido do Mandarim, e o olhar desesperado do seu amado. O caso parecia resolvido, bastava esperar pela próxima lua cheia, pois era esse o fim do prazo dado à jovem camponesa. Os dias e as noites passaram rápido. O dia coincidira com a chegada da Monção. A época do ano em que o Sol quente é obscurecido por nuvens gigantescas que empurradas por ventos fortes desabam em chuva torrencial. Na hora combinada a camponesa compareceu perante o Mandarim, no terreiro em frente ao seu palácio. O vento silvava entre os bambus dobrando as canas mais finas. "-Que tens para me dizer?" Perguntou o Mandarim em voz alta. "-Tenho para vos dizer Senhor que não perdi meu tempo, para que não perdêsseis o Vosso. Assim aqui tenho o que me pedistes!" E a camponesa ergueu um estranho bastão. O vento erguia algumas folhas e palhas sêcas e misturava-as com pequenas baforadas de pó. "Que vem a ser esse feixe de canas rachadas? Acaso perdeste a razão, e zombas de mim??" Gritou o Mandarim tentando fazer ouvir a sua voz sobre o ruído das pingas grossas que começavam a matraquear as telhas do alpendre onde recebia os visitantes. A jovem orientou o bastão na sua frente que era a direcção onde estava o Mandarim e logo dois guardas correram para ela julgando tratar-se de uma arma. O primeiro que se aproximou julgou ter sido atingido por uma maça de guerra e foi derrubado mais pelo susto do que pela pancada. O segundo estacou surpreendido pela queda do camarada e pela transformação do objecto que a jovem erguia em escudo de combate circular e de centro pontiagudo. Num movimento rápido a rapariga ergueu o escudo acima da cabeça. Uma tromba de água começara a caír ensurdecendo todos e ocultando tudo como um nevoeiro cerrado. A intempérie fez desaparecer todos os que se encontravam no terreiro. Todos menos a moça. Assim como vieram, a chuva e o vento pararam e o Sol forte reapareceu. Uma exclamação de admiração soou em coro pelos alpendres onde se abrigava a multidão de colaboradores e familiares do Mandarim. Com andar sereno a moça dirigia-se para o Mandarim sob a sombra daquele escudo que agora se via ser de papel encerado e colado a lâminas de bambu. A chuvada forte que molhara a assistência não atingira a moça. O espanto era geral e fez levantar o Mandarim que por sua vez decidiu aproximar-se para ver melhor aquela espécie de chapéu. A jovem camponesa retorquiu então. "Não zombo de Vós Senhor. Este feixe de canas é uma modesta casa. Em qualquer parte se poderá abrir para o sol, chuva, ou vento frio. No seu abrigo se vislumbra todo horizonte e o céu estrelado. Será bordão nos maus encontros e na longa caminhada. E transformar-se-á num palácio se um Mandarim nele tomar abrigo." O Mandarim tinha-se aproximado tanto que já estava na sombra do chapéu, agarrou a mão da moça e levou-a ao seu filho. Então disse "-Faço votos para que tu mereças uma mulher tão inteligente." A multidão aplaudiu a decisão do Mandarim, e os jovens logo casaram. Todos os viajantes que passavam naquela região da China traziam um chapéu daqueles. O filho do Mandarim continuou a estudar mas nunca se candidatou a Mandarim, dedicou-se à manufactura do chapéu que a sua amada esposa inventara. Que interesse podia haver na carreira de Mandarim que era vedada a pessoas tão inteligentes como a sua esposa? E foi assim, mais coisa menos coisa, que a lenda conta como foi inventada a sombrinha, o guarda-sol, o guarda chuva, e o para águas. O nome foi dado pelos viajantes portugueses que chegaram aquela região da China. Os que o compravam nos dias de Sol para as suas namoradas, ou esposas chamavam-lhes sombrinhas. Se eram para eles e eram maiores chamavam-lhes guarda-sol. Se estava a chover chamavam-lhes chapéu de chuva ou guarda chuva porque os abrigava, os guardava, da chuva. Os chapéus maiores eram os para águas. Daí tantos nomes para descrever um objecto que sendo o mesmo, parece diferente consoante o tamanho e a função em que é utilizado.

quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

insecto

sábado, 29 de Agosto de 2009

Picaço, sonho de crasso ricaço um tanto escaço.

domingo, 23 de Agosto de 2009

A culpa não morre solteira! A culpa vive há muito em união de facto com a impunidade.

Sua Excelência anunciou que em Amarante iria ser construído um hospital por 40 milhões de Euros. Veio-me à memória que noutro lado li que um hospital privado com 100 camas foi construído há três anos e o custo foi de 100 milhões de euros. A menos que os 40 milhões de euros sejam a verba que se espera necessária para a tal derrapagem que habitualmente põe as coisas no sítio e o dinheiro fora do bolso desse labrêgo gigantesco chamado Estado, este hospital seria do tamanho de 40 camas. Pelo que eu entendi existe uma relação entre o número um milhão e o valor de uma cama de hospital. Hospital de 40 camas é hospital pequeno, será que vai ter maternidade? É que há pouco tempo esse atendimento passou para Vila Real que era onde diziam haver condições. Era uma questão de escala, imagino que se referiam ao volume do hospital e ao número de partos. Além disso as estradas agora são tão boas que rápidamente alguém digamos, de Resende se põe em Vila Real sem demora. Por isto talvez o hospital a construir em Amarante não tenha nada a ver com o que respeita a maternidade. Também é verdade que para haver hospitais é preciso que haja médicos, e aqui as pessoas que elegemos para exercerem a governação, têm escolhido não formar médicos. As vagas são poucas, o curso é longo e difícil, e quem governa prefere quando está doente ir tratar-se ao estrangeiro. Por outro lado os alunos que acabam por ter as melhores notas talvez não sejam os mais vocacionados pois há quem diga que a carreira está a ser tomada por quem tem mais necessidade de poder, prestígio e dinheiro do que por quem tem compaixão e dedicação ao doente e ao ofício. Isto não será fenómeno recente. Há dias apercebi-me que 3 médicos vieram defender a honra do Hospital de Santa Maria face a uma queixa pelo não atendimento a uma jovem vítima de violação. Esta jovem teve que esperar 12 horas para que o serviço abrisse e o funcionário médico da Medicina Legal picásse o ponto. É que no mês de Agosto o serviço não tem permanência nas 24 horas como é suposto ter nos outros meses do ano, e funciona com horário semelhante a uma Repartição. Um médico do Porto chamado Pinto da Costa disse curto e grôsso do alto das suas longas barbas brancas que qualquer Senhor médico para ter o seu Diploma de Curso terá de ter no mínimo 10 valores na cadeira de Medicina Legal (não sei se este é o correcto nome da disciplina) o que significa que estará habilitado a fazer o exame e a recolha pericial de vestígios da violação. Pelo que entendi não se trataria só da capacidade de recolher a amostra mas também da autoridade em o fazer que no resto do país fora das grandes cidades poderá ser feita por qualquer médico. Nas grandes cidades em Agosto o manipulador do grande títere chamado Estado esqueceu-se de autorizar o médico da urgência em se tornar no médico processualmente competente para Medicina Legal. Bastava só em Agosto e fora do horário da Repartição. Mas o que me espantou mais foi uma Senhora médica dizer que a jovem violada tinha recusado o auxílio psiquiatrico, o que foi uma pena pois o colega na urgência até era da especialidade. Numa altura em que se quer obrigar os cidadãos a andar de mascarilha para a gripe e a impôr a mascarilha sob pena de represália, não sei se esta demissão de auxílio tão solidário com a vontade do doente não terá agravado o dano dos agressores. Sim porque são pelo menos dois! O violador e o Senhor funcionário decisor, escudado nesse grande monstro de costas largas chamado Estado que manteve o Serviço de Medicina legal fechado. O Hospital de Santa Maria tem sido notícia pelas piores razões. No caso dos pacientes que foram cegados, faço votos para que a enfermidade seja temporária, não percebi até hoje porque é que os doentes foram submetidos numa vez a tratamento aos dois olhos. Porque é que os Senhores médicos não trataram primeiro um olho e só depois deste recuperado é que seria iniciado o tratamento do outro. O bom senso e a simples observação permite perceber que a redundância dos órgãos do nosso corpo foi resultado da evolução no sentido da preservação. Infelizmente o nosso País não está a evoluir no sentido da preservação. Os responsáveis nunca aparecem. Há coisas que parecem funcionar quanto pior melhor. Parece que o serviço público está em acelerada destruição excepto no que se refere à tributação dos que têm menor rendimento. Os privados atacam o Estado e o Serviço Público com o intuito de apanhar aquilo que chamam áreas de negócio, e aí está também a saúde. Acho bizarro que a porta voz do Grupo Bancário que detém o Hospital da Luz tenha dito na sua inauguração que não há negócio que renda mais que a saúde a não ser talvez o das armas. Sabido isto, como é espantoso que tão moderno e luxuoso hospital tenha de ter como cliente precisamente o abominável Estado através da ADSE. Dos grandes Grupos Financeiros saem com frequência quadros técnicos para os altos cargos governativos nomeadamente para Ministros. Essas pessoas parecem às vezes continuarem a trabalhar para a sua anterior entidade patronal em vez de trabalharem para o Estado e o bem comum. A falta de Lei que regule a incompatibilidade entre estes cargos num e noutro sector torna tudo obscuro e de aparência pouco honesta. Ao contrário do que costumam dizer eu acho que a culpa não morre solteira. A culpa há muito que vive em união de facto com a impunidade.

sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Pferde / Cavalo

quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Destrava língua em R

"O Rato Roeu a Rôlha da gaRRafa de Rum do Rei da Rússia!" -Respondeu a RiR BismaRk da PRússia. Em Setúbal o sotaque característico era há uns anos o da fala com os RR carregados. Este sotaque tão exótico vai caindo em desuso e o "falar à charrôque" parece ser só orgulho dos mais velhos.

quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Frida Khalo,México, Muralistas,Beethoven e Ex Votos na resposta a TODAS-CORES-DA-VIDA.

Querida Maria mesmo na dor e tristeza me trazes alegria. Eu também gosto muito do filho da Lúcia. E gosto da ferida Frida. Historicamente, partilhamos com o Grande México o ano de 1910. Lá e cá houve uma revolução. Foram os primeiros acontecimentos do séc. XX que anunciavam o que ele iria ser relativamente a revoltas, revoluções, guerras e chacinas. A revolução institucionalizou-se no México no Partido Revolucionário Institucional, e em Portugal o Estado Novo nascia velhaco. A Frida passou por isto tudo como se o seu próprio corpo fosse um reflexo do sofrimento no mundo. A vanguarda artística desse tempo estava também ali no México com os chamados Pintores Muralistas Mexicanos que à semelhança dos povos pré-colombianos seus antepassados: Maias, Mixtecas, Zapotecas, Olmecas, Astecas, Tarrascas, Huaxtecas, etc., pretendiam retomar uma arte pública de grande formato acessível a todos e não restrita a palácios e locais de culto religioso. Estes pintores são hoje conhecidos através do nome do pintor Diego Rivera, que por sua vez é conhecido por ter sido o companheiro de Frida Khalo. O nosso mundo apressado não tem tempo para entender e avaliar a dimensão cultural do México deste e doutros tempos. Estes trabalhadores da arte, retomaram o conceito de artista anterior ao séc. XIX. Para eles não fazia sentido recusarem-se, como Beethoven fez, a comer na cozinha com os outros criados. Beethoven proclamava assim a sua condição de artista tocado pelo duplo dom da Entidade Suprema: a capacidade de trabalho e a capacidade de criar o novo como legado ao futuro. Para estes muralistas não havia sequer cozinha a sua casa era a mesma do povo com que se identificavam: a rua, o alpendre, a choupana. Atenção é preciso não confundir pobreza com pobreza de espírito. Muito prosaicamente direi que os muralistas nos legaram a sua obra diversificada complexa datada historicamente (como se as obras intemporais não fossem um marco e um produto do génio do seu tempo por isso datadas historicamente) e também as modernas tintas de pintura. As de pintura industrial, que entre outras é a de exterior/interior das nossas casinhas, mas também as tintas para belas artes. Pois foi graças à investigação e ao trabalho directo dos pintores com os laboratórios e a universidade na investigação/experimentação de pigmentos resistentes à luz e à intempérie que elas foram desenvolvidas. Voltando à Frida, ela materializa na sua pintura um imaginário colectivo fantástico. Este mundo de sonhos que tem tantos paralelismos com a cultura popular chega à cultura erudita como amadurecido refinamento. (Acho que já falámos disto quando falámos do Picasso.) É por isso que o Breton lhe chamou a primeira dos Surrealistas, e reconheceu nela o surrealismo como se tratasse de uma língua materna enquanto nele, o dito criador do surrealismo, era só uma segunda língua. Nós por cá temos o exemplo das canções do José Afonso, aquele surrealismo faz eco da matriz popular de onde foram inspiradas ou transcritas. Mas também nas do Lopes Graça. Isto para não falar de escultura onde podíamos começar pela Rosa Ramalho, família Mistério, …família Sapateiro…etc. A pintura da Frida como tu sabes também tem muito de EX VOTO. Registo de triunfo sobre a morte e o sofrimento.

Mail Art like in the Peabiru Trail/ Arte Postal como no Caminho de Peabiru.

Arte postal, arte em posta, correndo arte, correio arte, arte restante, arte mão-a-mão.