quinta-feira, 26 de julho de 2018

Para quem tem o Síndrome Vertiginoso ou VPPB, (Vertigem Posicional Paroxística Benigna), ficam umas notas para a Manobra de Epley.

Enquanto o computador entre uma e outra tontura vai deixando abrir alguns programas e publicar umas coisitas. Ficam aqui apontamentos à manobra de Epley. 
Era para desenhar a manobra de forma convenientemente compreensível, os desenhos às vezes provocam equívocos.
Como há muitos filmes no youtube que explicam melhor do que alguma vez eu conseguiria, deixo só uma nota que não vi em nenhum desses filmes, apesar de não ter procurado exaustivamente.
E entre as minhas vertigens e as do computador aqui vai:































Manobra de Epley para Tratamento da Vertigem da VPPB

quarta-feira, 25 de julho de 2018

sábado, 7 de julho de 2018

Reciclagem? É tudo um grande embuste. As embalagens não devem ser recicláveis, devem é ser reutilizáveis. Uma vez que sejam reutilizáveis também são recicláveis. Dirty Business





O narrador quando vê que plástico contaminado, apresentando risco biológico, está a ser misturado com outro plástico no suposto processamento, fica preocupado que ele possa acabar por ser reutilizado em qualquer artigo novo, incluindo brinquedos de criança; mas não se mostrou preocupado com as pessoas e o ambiente em que esse plástico está a ser supostamente "higienizado".

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Salvador Sobral | Mano a Mano. Maria do Rosário Pedreira fez o poema, Júlio Resende a música.






Por vezes quando ouço poemas de Maria do Rosário Pedreira como este, tão perfeitamente cimentados na música, lembro-me do Ary dos Santos. 
Esta música do Júlio Resende é uma balada ao estilo das modas alentejanas mas a luz que ele lhe transmitiu tornou-a resplandecente como um céu azul do Arco-da-Velha.
Salvador Sobral é genial e a interpretação ao vivo desta mesma canção na noite do festival da Eurovisão deste 2018 talvez seja ainda superior a esta gravação de estúdio.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

A dor esdrúxula.


In Memoriam Paulo Rodrigues.

Nasceste no Primeiro de Maio e disse-te que o meu melhor amigo tinha nascido nessa data, com o Jorge eras a terceira pessoa que eu conhecia a nascer nesse dia.
Agora já não poderemos falar da pintura do Manuel Gamboa que também nasceu em Maio e vai a caminho dos 94 anos. 
Nem poderemos falar da aguardente de medronho e daquele perfume a flores que fica na boca quando ela é boa; nem do estranho vermelhão dos medronhos, cheio de amarelo pólen por dentro. Um vermelho sem verde dentro.
Não poderemos voltar a Moscavide onde gostavas da malga de sopa, do prego grelhado com alho, e do copo do vinho tinto. Mais um café e ficavas jantado.O tinto era bom. 
Não irei lá à casa do Algarve apesar da tua generosa insistência, fica para outra ocasião dizia eu. Sim ficará para outra altura.
Agora que na quietude e no espanto saíste neste último dia de Maio, nesta Quinta-feira de Corpus Christi quando se espalham flores pelo chão e o pão é verdadeiramente o Corpo de Deus apanháste-me de surpresa. A dor de cabeça atormentava-me e estava longe de pensar em alguma coisa mais, além de bigornas e martelos. 
Agora sem Bigornas e martelos, o que ficou no ar foi Zadig e Voltaire preto. Fugazmente leve.