segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Livro de notas 4 - Refugiados; pessoas como nós.


1 comentário:

Carmem Grinheiro disse...

Olá, Filipe,
estive a cirandar por aqui, a ver o que andou publicando e, como não poderia ser de outra forma, estas suas criações inspiradas nessa tragédia, que não se iniciou agora, mas foi nos últimos meses que, se agigantando como monstro num pesadelo de criança, a alcançar as proporções que ninguém supôs possível, já não se consegue simplesmente esconder atrás da porta, nem debaixo duma secretária de mogno.
Já nada trará os mortos, nada colmatará o desespero do fim, nada apaziguará as consciências de quem as tiver, nada expiará as culpas. Mas os que sobreviverem precisam que as vozes da indignação não se calem. Porque é às custas da indignação do mundo que os senhores da verdade repensam estratégias e tomam atitudes.

deixo-lhe um abç amg